segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O meu amor ...

Não finjo o amor que sinto,
nem o pranto que derramo.
Mas sei sim, que do amor que amo,
amo tanto que não sei se minto.
.
Assombra-me por tanto amor,
que não sinto outro contentamento,
e vez por vez, vem-me um pensamento
que, de pensar, tanto me traz temor.
.
Perder isso é perder a alma,
entrar em um poço sem saída,
dizer olá à morte e adeus á vida,
é banhar-se em tormento a pura calma...
.
Medo, tenho tanto,
de perder essa alegria.
Que tanto eu queria,
silenciar por fim esse meu pranto.
.
Como é grande o sentimento,
que transborda do peito.
E cega-me todo defeito,
que passa como passa o vento.
.
è tanto amor que me fascina,
assusta e me encanta,
e embora o medo desencanta,
quanto mais aprendo, mais ele me ensina!
.
E por todo bem que isso traz,
perder-te, eu não quero...
E sim amar, e o que eu espero,
a cada dia... mais e mais!







Obs: "Esse não é um poema gótico,
mas é um dos que eu mais gostei ter escrevido!
"

Ass: Luan kleyton

4 comentários:

  1. Nossa... Lindo poema! Quanto mais amamos... mais vamos amando... =)

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  2. Nossa que lindo poema.. es tão profundo tão parecido comigo. Amei lindo de mais meus parabéns.

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